Medicamentos falsificados colocam pacientes em risco e reforçam a importância de plataformas seguras de compras na Saúde
Segundo dados da OMS, cerca de 10% dos medicamentos em países de média e baixa renda são falsos ou de qualidade inferior
A circulação de medicamentos falsificados segue como um dos maiores desafios para a segurança do paciente no Brasil e no mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% dos medicamentos em países de média e baixa renda são falsos ou de qualidade inferior, cenário que também impacta o sistema de saúde brasileiro. Além de comprometer tratamentos, esses produtos podem agravar quadros clínicos, gerar eventos adversos e elevar custos assistenciais.
Em hospitais, clínicas e operadoras de saúde, o risco é ainda mais preocupante. A complexidade da cadeia de suprimentos, aliada à busca por redução de custos e à alta demanda por medicamentos, pode gerar “aberturas” para fornecedores não homologados e produtos sem a rastreabilidade necessária. Nesse contexto, o uso de plataformas digitais de compras segue como uma estratégia essencial para garantir segurança, transparência e conformidade regulatória.
“Quando falamos de medicamentos impróprios, não nos referimos apenas a uma questão financeira, mas principalmente ao risco direto à vida. É por isso que, ao utilizar tecnologia especializada, a instituição ganhará uma barreira de proteção que assegurará a aquisição de produtos de origem confiável, com documentação validada e fornecedores previamente avaliados”, explica Michael Almeida, gerente comercial da Apoio, empresa desenvolvedora de soluções digitais com foco em planejamento, compras e logística na saúde.
Além da segurança assistencial, a digitalização do processo de compras contribui para uma gestão mais eficiente e estratégica. A centralização das aquisições permite maior controle de estoque, previsibilidade de consumo e tomada de decisão baseada em dados, evitando compras emergenciais, considerado um dos momentos mais críticos para a entrada de produtos irregulares.
“Plataformas estruturadas trazem governança para a cadeia de suprimentos. Elas ajudam Suprimentos a equilibrar custo com qualidade e segurança, sem abrir mão da conformidade com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e das boas práticas do setor”, reforça Almeida.
Assim, diante do avanço das falsificações e do aumento da complexidade operacional na saúde, investir em tecnologia para compras deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Afinal, elas não apenas “impedem” o acesso a fornecedores irregulares, como também colocam o paciente no centro do cuidado, garantindo que cada medicamento administrado seja seguro, eficaz e confiável.
A plataforma de compras da Apoio é exemplo disso. Desenvolvida justamente para fortalecer o controle sobre a aquisição de medicamentos e insumos de saúde, a solução conecta instituições de saúde a fornecedores qualificados, com processos de homologação rigorosos, rastreabilidade dos produtos e padronização das compras. Isso ajuda a reduzir significativamente o risco de entrada de medicamentos falsificados na operação.
Sobre a Apoio:
Com o objetivo de estreitar e dinamizar a conexão entre compradores e fornecedores hospitalares, a Apoio desenvolve soluções digitais pensando no planejamento, compras e logística na saúde. Além de realizar a gestão desses ativos e garantir a transparência e a segurança do processo de compras para os clientes, a organização também fornece uma grande experiência para o fornecedor. A empresa faz parte do Ecossistema MV de transformação digital na saúde. Saiba mais em site.apoiocotacoes.com.br.
