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Medicamentos falsificados colocam pacientes em risco e reforçam a importância de plataformas seguras de compras na Saúde



Segundo dados da OMS, cerca de 10% dos medicamentos em países de média e baixa renda são falsos ou de qualidade inferior



A circulação de medicamentos falsificados segue como um dos maiores desafios para a segurança do paciente no Brasil e no mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% dos medicamentos em países de média e baixa renda são falsos ou de qualidade inferior, cenário que também impacta o sistema de saúde brasileiro. Além de comprometer tratamentos, esses produtos podem agravar quadros clínicos, gerar eventos adversos e elevar custos assistenciais.



Em hospitais, clínicas e operadoras de saúde, o risco é ainda mais preocupante. A complexidade da cadeia de suprimentos, aliada à busca por redução de custos e à alta demanda por medicamentos, pode gerar “aberturas” para fornecedores não homologados e produtos sem a rastreabilidade necessária. Nesse contexto, o uso de plataformas digitais de compras segue como uma estratégia essencial para garantir segurança, transparência e conformidade regulatória.



“Quando falamos de medicamentos impróprios, não nos referimos apenas a uma questão financeira, mas principalmente ao risco direto à vida. É por isso que, ao utilizar tecnologia especializada, a instituição ganhará uma barreira de proteção que assegurará a aquisição de produtos de origem confiável, com documentação validada e fornecedores previamente avaliados”, explica Michael Almeida, gerente comercial da Apoio, empresa desenvolvedora de soluções digitais com foco em planejamento, compras e logística na saúde.



Além da segurança assistencial, a digitalização do processo de compras contribui para uma gestão mais eficiente e estratégica. A centralização das aquisições permite maior controle de estoque, previsibilidade de consumo e tomada de decisão baseada em dados, evitando compras emergenciais, considerado um dos momentos mais críticos para a entrada de produtos irregulares.



“Plataformas estruturadas trazem governança para a cadeia de suprimentos. Elas ajudam Suprimentos a equilibrar custo com qualidade e segurança, sem abrir mão da conformidade com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e das boas práticas do setor”, reforça Almeida.



Assim, diante do avanço das falsificações e do aumento da complexidade operacional na saúde, investir em tecnologia para compras deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Afinal, elas não apenas “impedem” o acesso a fornecedores irregulares, como também colocam o paciente no centro do cuidado, garantindo que cada medicamento administrado seja seguro, eficaz e confiável.



A plataforma de compras da Apoio é exemplo disso. Desenvolvida justamente para fortalecer o controle sobre a aquisição de medicamentos e insumos de saúde, a solução conecta instituições de saúde a fornecedores qualificados, com processos de homologação rigorosos, rastreabilidade dos produtos e padronização das compras. Isso ajuda a reduzir significativamente o risco de entrada de medicamentos falsificados na operação.



Sobre a Apoio:



Com o objetivo de estreitar e dinamizar a conexão entre compradores e fornecedores hospitalares, a Apoio desenvolve soluções digitais pensando no planejamento, compras e logística na saúde. Além de realizar a gestão desses ativos e garantir a transparência e a segurança do processo de compras para os clientes, a organização também fornece uma grande experiência para o fornecedor. A empresa faz parte do Ecossistema MV de transformação digital na saúde. Saiba mais em site.apoiocotacoes.com.br.

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#florianópolis é a segunda capital do Brasil a instituir a Política Municipal Cultura Viva

Lei nº 11.542, de autoria da vereadora Carla Ayres, fortalece a cultura popular e reconhece os Pontos de Cultura na capital catarinense

Florianópolis passa a ocupar posição de destaque no cenário cultural brasileiro ao se tornar a segunda capital do país a contar com a Política Municipal Cultura Viva, instituída pela Lei nº 11.542, sancionada no dia 8 de janeiro de 2026. De autoria da vereadora Carla Ayres (PT), a lei representa um marco para a valorização da cultura popular, comunitária e de base territorial, além de fortalecer políticas públicas permanentes para o setor cultural na capital catarinense.

A Política Municipal Cultura Viva estabelece diretrizes para o reconhecimento, apoio e fomento aos Pontos e Pontões de Cultura, iniciativas culturais já existentes nos territórios que desenvolvem ações continuadas nas áreas de artes, saberes tradicionais, cultura popular, diversidade, memória e direitos humanos. A primeira capital a aprovar uma legislação semelhante foi Belo Horizonte (MG).

“A sanção da Política Municipal Cultura Viva é uma vitória histórica para a cultura popular de Florianópolis. Estamos reconhecendo quem faz cultura todos os dias nos bairros, nas comunidades, nas periferias e nos territórios tradicionais. Essa lei garante continuidade, respeito e investimento público para iniciativas que já transformam vidas e fortalecem nossa identidade cultural”, destaca a vereadora Carla Ayres.

Principais características da Política Municipal Cultura Viva
A Lei nº 11.542 estabelece, entre outros pontos:

Reconhecimento institucional dos Agentes, Pontos e Pontões de Cultura como fundamentais para a política cultural do município;

Valorização da cultura popular, comunitária, periférica e tradicional, respeitando a diversidade cultural de Florianópolis;

Promoção do acesso da Rede Municipal Cultura Viva (RMCV) aos meios de criação, formação, fruição, produção, difusão e distribuição cultural;

Desburocratização do acesso aos recursos públicos, com instrumentos adequados à realidade das iniciativas culturais de base comunitária;

Gestão compartilhada da política cultural, estimulando a participação da sociedade civil na formulação, acompanhamento e avaliação das ações;

Fortalecimento da RMCV, promovendo articulação entre coletivos, grupos culturais, poder público e demais políticas sociais e o incentivo à formação de agentes públicos e privados, assim como de coletivos, grupos e membros de entidades culturais;

Promoção do trabalho e da renda na cultura, contribuindo para a valorização dos profissionais do setor.

Com a nova legislação, Florianópolis avança na consolidação de uma política cultural democrática, participativa e alinhada aos princípios da Política Nacional Cultura Viva, reafirmando o compromisso do município com a cultura como direito, trabalho e expressão da diversidade de seu povo.

Outro ponto importante é a integração entre a Política Municipal Cultura Viva e a Política Nacional Aldir Blanc (PNA, instituída pela Lei nº 14.399/2022. Atualmente, em Florianópolis, 25% dos recursos recebidos via PNAB já são destinados às ações do Cultura Viva, constituindo hoje a principal fonte de financiamento dos Pontos e Pontões de Cultura no município. Agora, o município passa a contar com um marco legal próprio que permite, além da articulação com os recursos federais, a destinação de recursos municipais para o fortalecimento permanente da Cultura Viva, ampliando a sustentabilidade das iniciativas culturais de base comunitária e garantindo maior autonomia à política cultural local.


FOTOS ANEXO
Foto 1: Carla Ayres durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Políticas Culturais da Câmara Municipal de Florianópolis
Foto 2: Carla Ayres na Tribuna da Câmara Municipal
Créditos: Edio Helio/CMF

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#florianópolis é a segunda capital do Brasil a instituir a Política Municipal Cultura Viva

Lei nº 11.542, de autoria da vereadora Carla Ayres, fortalece a cultura popular e reconhece os Pontos de Cultura na capital catarinense

Florianópolis passa a ocupar posição de destaque no cenário cultural brasileiro ao se tornar a segunda capital do país a contar com a Política Municipal Cultura Viva, instituída pela Lei nº 11.542, sancionada no dia 8 de janeiro de 2026. De autoria da vereadora Carla Ayres (PT), a lei representa um marco para a valorização da cultura popular, comunitária e de base territorial, além de fortalecer políticas públicas permanentes para o setor cultural na capital catarinense.

A Política Municipal Cultura Viva estabelece diretrizes para o reconhecimento, apoio e fomento aos Pontos e Pontões de Cultura, iniciativas culturais já existentes nos territórios que desenvolvem ações continuadas nas áreas de artes, saberes tradicionais, cultura popular, diversidade, memória e direitos humanos. A primeira capital a aprovar uma legislação semelhante foi Belo Horizonte (MG).

“A sanção da Política Municipal Cultura Viva é uma vitória histórica para a cultura popular de Florianópolis. Estamos reconhecendo quem faz cultura todos os dias nos bairros, nas comunidades, nas periferias e nos territórios tradicionais. Essa lei garante continuidade, respeito e investimento público para iniciativas que já transformam vidas e fortalecem nossa identidade cultural”, destaca a vereadora Carla Ayres.

Principais características da Política Municipal Cultura Viva
A Lei nº 11.542 estabelece, entre outros pontos:

Reconhecimento institucional dos Agentes, Pontos e Pontões de Cultura como fundamentais para a política cultural do município;

Valorização da cultura popular, comunitária, periférica e tradicional, respeitando a diversidade cultural de Florianópolis;

Promoção do acesso da Rede Municipal Cultura Viva (RMCV) aos meios de criação, formação, fruição, produção, difusão e distribuição cultural;

Desburocratização do acesso aos recursos públicos, com instrumentos adequados à realidade das iniciativas culturais de base comunitária;

Gestão compartilhada da política cultural, estimulando a participação da sociedade civil na formulação, acompanhamento e avaliação das ações;

Fortalecimento da RMCV, promovendo articulação entre coletivos, grupos culturais, poder público e demais políticas sociais e o incentivo à formação de agentes públicos e privados, assim como de coletivos, grupos e membros de entidades culturais;

Promoção do trabalho e da renda na cultura, contribuindo para a valorização dos profissionais do setor.

Com a nova legislação, Florianópolis avança na consolidação de uma política cultural democrática, participativa e alinhada aos princípios da Política Nacional Cultura Viva, reafirmando o compromisso do município com a cultura como direito, trabalho e expressão da diversidade de seu povo.

Outro ponto importante é a integração entre a Política Municipal Cultura Viva e a Política Nacional Aldir Blanc (PNA, instituída pela Lei nº 14.399/2022. Atualmente, em Florianópolis, 25% dos recursos recebidos via PNAB já são destinados às ações do Cultura Viva, constituindo hoje a principal fonte de financiamento dos Pontos e Pontões de Cultura no município. Agora, o município passa a contar com um marco legal próprio que permite, além da articulação com os recursos federais, a destinação de recursos municipais para o fortalecimento permanente da Cultura Viva, ampliando a sustentabilidade das iniciativas culturais de base comunitária e garantindo maior autonomia à política cultural local.


FOTOS ANEXO
Foto 1: Carla Ayres durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Políticas Culturais da Câmara Municipal de Florianópolis
Foto 2: Carla Ayres na Tribuna da Câmara Municipal
Créditos: Edio Helio/CMF

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#florianópolis é a segunda capital do Brasil a instituir a Política Municipal Cultura Viva

Lei nº 11.542, de autoria da vereadora Carla Ayres, fortalece a cultura popular e reconhece os Pontos de Cultura na capital catarinense

Florianópolis passa a ocupar posição de destaque no cenário cultural brasileiro ao se tornar a segunda capital do país a contar com a Política Municipal Cultura Viva, instituída pela Lei nº 11.542, sancionada no dia 8 de janeiro de 2026. De autoria da vereadora Carla Ayres (PT), a lei representa um marco para a valorização da cultura popular, comunitária e de base territorial, além de fortalecer políticas públicas permanentes para o setor cultural na capital catarinense.

A Política Municipal Cultura Viva estabelece diretrizes para o reconhecimento, apoio e fomento aos Pontos e Pontões de Cultura, iniciativas culturais já existentes nos territórios que desenvolvem ações continuadas nas áreas de artes, saberes tradicionais, cultura popular, diversidade, memória e direitos humanos. A primeira capital a aprovar uma legislação semelhante foi Belo Horizonte (MG).

“A sanção da Política Municipal Cultura Viva é uma vitória histórica para a cultura popular de Florianópolis. Estamos reconhecendo quem faz cultura todos os dias nos bairros, nas comunidades, nas periferias e nos territórios tradicionais. Essa lei garante continuidade, respeito e investimento público para iniciativas que já transformam vidas e fortalecem nossa identidade cultural”, destaca a vereadora Carla Ayres.

Principais características da Política Municipal Cultura Viva
A Lei nº 11.542 estabelece, entre outros pontos:

Reconhecimento institucional dos Agentes, Pontos e Pontões de Cultura como fundamentais para a política cultural do município;

Valorização da cultura popular, comunitária, periférica e tradicional, respeitando a diversidade cultural de Florianópolis;

Promoção do acesso da Rede Municipal Cultura Viva (RMCV) aos meios de criação, formação, fruição, produção, difusão e distribuição cultural;

Desburocratização do acesso aos recursos públicos, com instrumentos adequados à realidade das iniciativas culturais de base comunitária;

Gestão compartilhada da política cultural, estimulando a participação da sociedade civil na formulação, acompanhamento e avaliação das ações;

Fortalecimento da RMCV, promovendo articulação entre coletivos, grupos culturais, poder público e demais políticas sociais e o incentivo à formação de agentes públicos e privados, assim como de coletivos, grupos e membros de entidades culturais;

Promoção do trabalho e da renda na cultura, contribuindo para a valorização dos profissionais do setor.

Com a nova legislação, Florianópolis avança na consolidação de uma política cultural democrática, participativa e alinhada aos princípios da Política Nacional Cultura Viva, reafirmando o compromisso do município com a cultura como direito, trabalho e expressão da diversidade de seu povo.

Outro ponto importante é a integração entre a Política Municipal Cultura Viva e a Política Nacional Aldir Blanc (PNA, instituída pela Lei nº 14.399/2022. Atualmente, em Florianópolis, 25% dos recursos recebidos via PNAB já são destinados às ações do Cultura Viva, constituindo hoje a principal fonte de financiamento dos Pontos e Pontões de Cultura no município. Agora, o município passa a contar com um marco legal próprio que permite, além da articulação com os recursos federais, a destinação de recursos municipais para o fortalecimento permanente da Cultura Viva, ampliando a sustentabilidade das iniciativas culturais de base comunitária e garantindo maior autonomia à política cultural local.


FOTOS ANEXO
Foto 1: Carla Ayres durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Políticas Culturais da Câmara Municipal de Florianópolis
Foto 2: Carla Ayres na Tribuna da Câmara Municipal
Créditos: Edio Helio/CMF

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Rottas inaugura central de vendas em #piçarras
Construtora aposta no dinamismo da região e fortalece presença no litoral norte catarinense

A Rottas Construtora e Incorporadora reforça seus investimentos em Santa Catarina com a inauguração de uma Central de Vendas em Balneário Piçarras, localizada na Avenida Nereu Ramos, 950. O estabelecimento consolida a estratégia da empresa, que mantém um pipeline ativo de 1.936 unidades habitacionais no estado, sendo 792 no litoral, em fases que variam de lançamento a entrega.

O mais recente empreendimento da Rottas na região é o Itajuba Casamar, em Barra Velha, a 6 minutos do Balneário Piçarras. Lançado em outubro do ano passado, o empreendimento será composto por 3 torres de 13 pavimentos, totalizando 312 apartamentos. O projeto inclui 14 áreas de lazer, como piscina, bistrô, quiosques com churrasqueira, quadra de areia, redário e salão de festas gourmet.

"É com grande entusiasmo que inauguramos nossa nova Central de Vendas no Litoral Norte de Santa Catarina. Reconhecemos esta região como um dos mercados mais dinâmicos e promissores do Brasil, e estabelecer uma base sólida aqui é um passo estratégico para nosso crescimento", afirma Felipe Toledo, diretor Comercial e Marketing da Rottas.

Parcerias e infraestrutura regional

O cenário de crescimento do Litoral Norte é impulsionado por obras de infraestrutura como o Porto Park, complexo turístico com píer de 360 metros que será construído em Piçarras, na Barra Sul. Esse projeto deve ter impacto direto no mercado imobiliário local. A expectativa é de aumento na demanda, atração de novos perfis de compradores e fortalecimento do setor de locação por temporada, impulsionando a valorização dos imóveis no entorno.



Sobre a Rottas

A Rottas Construtora e Incorporadora tem 15 anos de história, mais de 8 mil unidades lançadas e mais de 500 mil m² de obras em portfólio. Com atuação no Paraná e em Santa Catarina, a empresa está entre as cem maiores construtoras do país, segundo o ranking INTEC Brasil. São 800 colaboradores diretos e indiretos envolvidos na construção de imóveis diferenciados, admirados e sustentáveis. Em seu método construtivo, a construtora emprega tecnologias e métodos adequados e inovadores que garantem eficiência e qualidade na execução dos projetos. Acesse e conheça mais em https://rottasconstrutora.com.br

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Carnaval 2026: CasaTemporada aponta recorde no aluguel de temporada

Rio de Janeiro e Salvador concentram as diárias mais caras do Carnaval 2026, enquanto destinos alternativos ganham força entre viajantes que buscam custo-benefício.



O Carnaval de 2026 confirma uma mudança estrutural no turismo brasileiro: o aluguel de temporada se consolida como a principal alternativa de hospedagem durante o feriado. A combinação entre alta ocupação hoteleira, elevação das tarifas e mudança no perfil do viajante tem impulsionado a procura por casas e apartamentos completos em todo o país.



Análise setorial do CasaTemporada, plataforma especializada em aluguel de temporada no Brasil, indica crescimento expressivo da demanda por imóveis residenciais no Carnaval 2026, com destaque para os dois destinos mais tradicionais da festa: Rio de Janeiro e Salvador, que lideram tanto em procura quanto em preços.



“O Carnaval de 2026 mostra que o aluguel de temporada deixou de ser complementar e passou a ocupar posição central no planejamento das viagens”, avalia Thiago Moresqui, Analista da plataforma CasaTemporada.



Rio de Janeiro lidera preços no Carnaval 2026
O Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 mantém sua posição como o mais disputado do país, impulsionado pelos desfiles das escolas de samba, blocos de rua e forte presença de turistas nacionais e estrangeiros. Esse cenário se reflete diretamente no mercado de hospedagem.



Levantamento do CasaTemporada aponta que, no Carnaval 2026, as diárias de Aluguel de Temporada no Rio de Janeiro variam entre R$ 1.800 e R$ 4.500, especialmente em bairros como Copacabana, Ipanema, Barra da Tijuca e Santa Teresa. Imóveis maiores, com vista para o mar ou próximos aos principais polos do evento, podem ultrapassar esse patamar.



Mesmo com valores elevados, a taxa de ocupação permanece alta, sobretudo entre grupos e famílias que dividem os custos da hospedagem.



“Em 2026, o Rio segue como o mercado mais pressionado do país no Carnaval, tanto em preços quanto em demanda”, aponta Thiago Moresqui, analista do CasaTemporada.



Salvador combina alta procura e escassez de oferta em 2026
Em Salvador, onde acontece o maior Carnaval de rua do mundo, o cenário em 2026 é marcado pela forte antecipação das reservas e pela limitação de oferta em áreas estratégicas. Os bairros próximos aos circuitos Dodô (Barra-Ondina) e Osmar (Campo Grande) concentram as maiores valorizações.



Segundo dados analisados pelo CasaTemporada, as diárias de imóveis de aluguel de temporada em Salvador no Carnaval 2026 variam entre R$ 1.500 e R$ 3.800, podendo superar esse valor em apartamentos de alto padrão ou casas próximas aos circuitos.



“Salvador apresenta um dos maiores índices de ocupação do país no Carnaval 2026. A reserva antecipada se tornou essencial”, destaca Thiago Moresqui, analista do CasaTemporada.



Destinos alternativos crescem no Carnaval 2026
Com Rio de Janeiro e Salvador operando no limite de preços e ocupação, o Carnaval 2026 também impulsiona a busca por destinos alternativos, especialmente no litoral e em cidades turísticas de médio porte.



Entre os locais com maior crescimento na procura por aluguel de temporada em 2026 estão Bombinhas, Florianópolis, Balneário Camboriú (SC), Guarujá, Ubatuba (SP), além de Porto de Galinhas (PE) e Maragogi (AL).



Nesses destinos, as diárias de casas de temporada durante o Carnaval 2026 variam entre R$ 600 e R$ 1.500, dependendo da localização e da capacidade do imóvel, atraindo famílias e grupos que priorizam custo-benefício.



Perfil do viajante reforça avanço do aluguel de temporada
Dados do Ministério do Turismo indicam que mais de 90% das viagens realizadas no Brasil são domésticas, cenário que favorece modelos de hospedagem descentralizados. Estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) e do Sebrae apontam que o aluguel de temporada amplia a permanência média dos turistas e distribui melhor o impacto econômico.



Para o CasaTemporada, o comportamento observado no Carnaval 2026 reflete uma tendência que vai além do feriado.



“O viajante de 2026 busca espaço, autonomia e convivência. O aluguel de temporada responde diretamente a esse novo padrão”, Thiago Moresqui, analista do CasaTemporada.



Impacto econômico se espalha pelas cidades em 2026
Além da hospedagem, o avanço do aluguel de temporada no Carnaval 2026 fortalece a economia local. Estimativas de mercado indicam que cada R$ 1 gasto com hospedagem pode gerar até R$ 4 adicionais em alimentação, transporte e serviços.



Segundo o CasaTemporada, esse efeito é especialmente relevante em cidades médias e bairros fora dos grandes centros, ajudando a reduzir a concentração turística típica do Carnaval.



Tendência deve se repetir após 2026
A expectativa do setor é que o comportamento observado no Carnaval 2026 se mantenha nos próximos anos, impulsionado pelo crescimento do turismo doméstico, maior planejamento das viagens e consolidação do aluguel de temporada como principal modelo de hospedagem em feriados prolongados.



“O Carnaval de 2026 funciona como um termômetro do turismo brasileiro e indica uma mudança estrutural no setor”, conclui Thiago Moresqui, analista do CasaTemporada.



Sobre o CasaTemporada
O CasaTemporada.com é uma plataforma especializada em aluguel de temporada, reunindo milhares de casas e apartamentos anunciados diretamente por proprietários em destinos turísticos de todo o Brasil. A empresa atua como fonte de informação e análise sobre tendências do mercado de hospedagem por temporada.

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Com investimento de aproximadamente R$ 7 contra a mosca-dos-chifres, rebanho bovino pode ganhar até 15,8 quilos adicionais em peso

Manejo adequado no controle do parasita aumenta a rentabilidade ao final do ciclo produtivo

O controle da mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) é um desafio de grandes proporções para a pecuária brasileira. O inseto hematófago é responsável por prejuízo de cerca de R$ 15 bilhões anuais à atividade, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Um animal infestado pode deixar de ganhar meia arroba de peso em apenas sete meses, o que significa menos R$ 150 por cabeça ao fim do ciclo produtivo”, assinala o veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.

“O pecuarista pode cuidar do bem-estar animal com um manejo adequado de proteção. Os brincos mosquicidas estão entre as melhores opções e possuem excelente custo-benefício”, indica Pivoto. Fiprotag® 210, produto desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal, oferece 210 dias de proteção (7 meses) com custo de aproximadamente R$ 7/animal.

O problema é sério. Uma mosca-dos-chifres tem capacidade de picar os bovinos até 40 vezes em um único dia. Multiplicando essa conta, um animal infestado por apenas 10 moscas sofre cerca de 400 picadas, as quais podem transmitir agentes infecciosos, e principalmente, gera alto nível de estresse, resultando em perda produtivas.

Dois estudos apontam que ao fim do período de 210 dias os animais protegidos com Fiprotag® 210 ganham 15,8 quilos a mais que aqueles infestados. Pesquisas promovidas pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) comprovam que o grupo tratado ficou livre de infestações de moscas após somente 30 minutos da aplicação do Fiprotag® 210.

A eficácia de Fiprotag® 210 decorre de sua fórmula composta pelos princípios ativos diazinon e fipronil. “Para obter sucesso no controle da mosca, o pecuarista deve usar o brinco em todo o rebanho, de preferência de maneira preventiva, antes da chegada das chuvas. Ao final dos 210 dias, todos os brincos mosquicidas devem ser retirados dos animais, para reduzir o desenvolvimento de resistência do parasita e perda de eficácia da tecnologia”, ressalta o veterinário.

O brinco mosquicida Fiprotag® 210 é uma das soluções desenvolvidas pela Vetoquinol Saúde Animal para apoiar a produtividade, aumentar a rentabilidade e cuidar da saúde e bem-estar dos bovinos.

Sobre a Vetoquinol Saúde Animal

A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2024, o faturamento global foi de € 539 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de mais de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

Thiago Silva

Texto Comunicação Corporativa

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Rodrigo Bocardi avalia prós e contras de inovar no jornalismo: “Paguei muito caro por isso”

No “Companhia Certa”, da RedeTV!, jornalista relembra momentos decisivos da carreira e apresenta o projeto Boca TV

Natural de Ipaussu, no interior de São Paulo, ele cresceu comendo manga direto do pé e quando chegou o momento de escolher a profissão, decidiu: "Quer saber? Acho que quero trabalhar em televisão". E assim Rodrigo Bocardi iniciou sua carreira na comunicação e se tornou um dos âncoras mais carismáticos do telejornalismo. No “Companhia Certa” que será exibido na madrugada deste sábado (17) para domingo (18), à 0h30, na RedeTV!, o bate-papo com Ronnie Von, aborda as escolhas profissionais, coberturas marcantes e a criação de um projeto independente que une jornalismo e prestação de serviço.

foto: Ronnie Von e Rodrigo Bocardi _ Crédito: Divulgação RedeTV!


Ao longo da conversa, o jornalista revela que, já à frente do telejornal “Bom Dia SP” (TV Globo), onde trabalhou por 25 anos, sentiu a necessidade de mudar a forma tradicional de apresentar notícias, pois o modelo formal não o motivava mais. “Pensando um pouco na audiência, no modelo de negócio ‘televisão’ e na mudança do comportamento das pessoas ao assistirem [...] comecei a testar formatos diferentes, com ousadia, com risco. Paguei muito caro por isso? Paguei. Mas ao mesmo tempo fui evoluindo no improviso, na opinião, em ficar muito tempo exposto no ar. Foi aí que eu comecei sentir prazer”, relembra.


Ele conta que esse movimento de inovar na apresentação também o levou a refletir sobre seu futuro na comunicação e a pensar em outras oportunidades: “Eu pensei: ‘Meu desejo é seguir por um outro caminho que me dê esse prazer, essa coisa da informalidade, da brincadeira’”. Quando saiu da TV Globo, em 2025, Rodrigo transformou uma ideia que nasceu como brincadeira em um projeto sério, o “Boca TV”. “Tem um público maravilhoso que não me abandona, é um exército incrível. E aí eu falei: ‘Essas pessoas sempre contaram comigo para que eu fosse a voz delas. Por que não usar a força que tenho nas minhas redes sociais para criar um canal?’ Crie um número de telefone para o público me enviar suas dores”, explica.



Em pouco tempo, os resultados foram aparecendo e surpreendendo: “Hoje recebo de 400 a 500 vídeos por dia. [...] A gente faz a triagem, ouve o poder público ou a empresa do outro lado que está devendo uma prestação de serviço, nós publicamos e vem o conserto. O índice de resolução de tudo que publicamos é algo em torno de 90%.”, diz, orgulhoso, e antecipa o próximo objetivo: “Vou investir para aumentar a vazão disso. Vou ter um ‘Boca TV’ com o DDD de cada cidade. Nós vamos criar um mutirão para a resolução de problemas e ajudar o poder público no Brasil inteiro”.



Durante a entrevista, o jornalista também relembra a cobertura do acidente da TAM, em 2007, quando ele e o cinegrafista foram a primeira equipe a chegar ao local da tragédia no aeroporto de Congonhas. Bocardi narra a decisão de abandonar o carro ao perceber o trânsito completamente parado. “O trânsito já travou inteiro e o que que eu faço? E estava relativamente longe... Parei motoqueiros que estavam indo e falei: ‘Me dá uma carona até onde você puder me levar’ Nós fomos os primeiros a chegar, fomos até mais perto do impacto com o cheiro, o fogo. Foi uma tragédia”, lamenta.

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Comunidade protesta após morte de cão comunitário em #florianópolis; ‘foi covarde’
https://jornalfloripa.com.br/i....ndex.php/component/c

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Queijo de SC entra para lista dos melhores do mundo em 2026
https://jornalfloripa.com.br/i....ndex.php/component/c

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