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Após dois trimestres de queda, a LVMH — dona de Louis Vuitton, Dior e Moët & Chandon — voltou a crescer. No 3º tri de 2025, as vendas orgânicas subiram 1%, surpreendendo o mercado e fazendo suas ações dispararem quase 9% em Nova York.
O resultado foi puxado por champanhes, perfumes e por uma recuperação tímida na 🇨🇳China, onde as vendas subiram 2% após uma queda de 9% no primeiro semestre. Nos 🇺🇸EUA, o avanço foi de 3%, enquanto 🌍Europa e 🇯🇵Japão ainda enfrentam dificuldades.
Por que isso importa? A LVMH é considerada o termômetro do mercado de luxo: sua retomada indica que a demanda global por produtos premium começa a se recuperar — animando investidores e alertando rivais como Hermès e Kering.
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