Parques temáticos entram no modo compacto

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Nem Disney, nem o boliche do shopping. A nova onda de parques de diversão aposta em experiências menores, mais acessíveis e modulares.

Nem Disney, nem o boliche do shopping. A nova onda de parques de diversão aposta em experiências menores, mais acessíveis e modulares.

A ideia é pensada para famílias ou amigos que querem gastar algumas centenas de dólares numa tarde — em vez de milhares ao longo de um fim de semana.

  • Em Las Vegas, o Area15 mistura arte, gastronomia e atrações imersivas, como a John Wick Experience e o Omega Mart. Cada visitante escolhe o que deseja explorar e paga apenas pelo que consome, criando um “mundo aberto” de experiências.

  • Netflix segue a mesma tendência com as Netflix Houses, em shoppings nos EUA, levando atrações de séries como Wandinha e Round 6.

  • Já a Universal abriu parques voltados a crianças pequenas, com atrações de Shrek e Minions, preparando o público para visitar, no futuro, seus grandes resorts temáticos.

Por falar em grandes resorts… É aí que entra um diferencial desses novos parques: sua construção leva poucos meses e pode custar algumas centenas de milhões de dólares.

Já no Brasil… ??

Temos um bom exemplo desse movimento: o Parque da Mônica, que funcionou de 1993 a 2010 no Shopping Eldorado, em São Paulo, e ganhou uma nova versão, em 2015, no Shopping SP Market. Hoje, com 12 mil m², é o maior parque coberto da América Latina.

Mas… Nem todos os players têm planos tão enxutos. O Hopi Hari, por exemplo, investirá R$ 280 milhões até 2028 para ampliar atrações e infraestrutura, visando chegar a 3 milhões de visitantes anuais.

Já a Cacau Show prepara seu parque temático para 2027, no interior de São Paulo, mirando os 30 milhões de habitantes da região.

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