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Jornal Nacional se manifesta sobre o caso Orelha

https://videos.jornalfloripa.c....om.br//watch/o5UjAxV

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A Praia do Rosa, em #imbituba, vive uma transformação em seu perfil turístico nesta temporada de 2026. Historicamente frequentada por surfistas e famílias em busca de sossego, a baía agora concentra o maior fluxo de jovens argentinos do litoral catarinense, superando a preferência por Florianópolis. O fenômeno, que começou a ganhar força em 2022, atingiu seu auge neste verão com a presença massiva de estrangeiros na faixa dos 17 aos 25 anos.

A mudança no cenário é impulsionada pela combinação entre o ambiente rústico e a visibilidade internacional. Eleita uma das baías mais bonitas do mundo, a Praia do Rosa oferece trilhas entre morros, piscinas naturais e uma geografia singular que atrai quem busca contato direto com a natureza sem abrir mão de infraestrutura.

Diferente de anos anteriores, os grupos de jovens estão permanecendo por períodos mais longos, mantendo a ocupação de hostels e casas de aluguel elevada mesmo após a segunda quinzena de janeiro.

Entre os pontos que sustentam essa alta demanda estão:

Rosa Norte: Conhecido pelo perfil mais rústico e formações rochosas.

Rosa Sul: Área com maior oferta de gastronomia e serviços de lazer.

Lagoa do Meio: Águas calmas e doces, ideal para relaxar entre as idas ao mar.

Trilha do Luz e Caminho do Rei: Roteiros que oferecem vistas panorâmicas e o pôr do sol mais disputado da região.

Para lidar com o impacto do turismo, que eleva a população local de 5 mil moradores para picos de até 20 mil visitantes por dia, a estrutura urbana precisou de adaptações. Novas sinalizações em espanhol foram instaladas e as equipes de limpeza e fiscalização da orla atuam em horários estendidos, acompanhando o hábito dos argentinos de permanecerem na areia até o anoitecer.

A expectativa é que o fluxo internacional comece a reduzir gradualmente a partir da virada do mês.

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O Governo de Santa Catarina confirmou a quarta frequência semanal de voos da TAP Air Portugal na rota Florianópolis–Lisboa. A ampliação foi definida em reunião do governador Jorginho Mello com representantes da TAP e da Zurich Airport Brasil.

O novo voo começa a operar aos domingos, a partir de 5 de julho, durante o famoso ‘verão europeu’ — que sempre atrai brasileiros em busca de escapar do frio sul-americano e aproveitar as paisagens e praias da Europa.

Iniciada em setembro de 2024, a rota agora passa de três para quatro voos semanais. O secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins, afirmou que a ampliação gera impacto direto no turismo, nos negócios e na conexão internacional de Santa Catarina com a Europa.

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A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu a investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha e pediu a internação de um adolescente pelo crime ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis.

Orelha foi atacado na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30. Segundo a Polícia Civil, o adolescente saiu do condomínio às 5h25 e retornou às 5h58, o que gerou contradições no depoimento. Imagens de câmeras, controle de acesso da portaria, geolocalização do celular, roupas usadas no dia e testemunhos comprovaram que ele estava fora do condomínio no momento do ataque.

Laudos da Polícia Científica apontaram que o cão sofreu uma pancada contundente na cabeça, possivelmente causada por um chute ou objeto rígido. Orelha foi resgatado no dia seguinte, mas morreu em uma clínica veterinária em decorrência da gravidade dos ferimentos.

A investigação analisou mais de mil horas de imagens, ouviu dezenas de testemunhas e identificou tentativas de familiares do adolescente de coagir pessoas ligadas ao caso. Três adultos foram indiciados por esse motivo. Diante da gravidade, a Polícia Civil solicitou a internação do adolescente, medida equivalente à prisão no sistema socioeducativo.

https://videos.jornalfloripa.c....om.br//watch/XRqFf4v

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Memória e Justiça: crueldade animal não é erro juvenil.
À medida que compreendi melhor o que foi feito com o Orelha,
algo mudou em mim, e também mudou a forma como olho para o meu cachorro.
Senti raiva, senti ódio, e o que se instalou também foi um espanto e um esfriamento profundos diante da atitude de pessoas que, até pouco tempo atrás, eram associadas à infância, à ideia de formação, à expectativa mínima de pureza.
Decepção ao perceber que, mesmo nesses estágios da vida, é possível escolher o abuso deliberado contra um animal que representa justamente a pureza, a confiança e a entrega.
Quando essa pureza é violada, o que se rompe não é apenas a vida de um ser indefeso, mas um limite ético elementar, algo que deveria ser intuitivo, anterior a qualquer lei.
A partir desse esfriamento, dessa decepção, passei a não me preocupar com o que esses jovens podem ou não vir a sofrer. Não por indiferença, mas por clareza de que - o que a vida colocar no caminho deles - será problema deles.
O que espero é que a sociedade tenha maturidade para aplicar o que é correto, sem abuso, sem espetáculo, sem vingança. E, se isso não ocorrer, bem, o que pode ser feito. A frieza social, às vezes, é a única resposta ética capaz de produzir consequências reais.
O problema é que a experiência mostra o contrário. Aplica-se a pena, cumpre-se o processo, e a reintegração acontece logo, de forma plena, rápida. Às vezes, até premiada e um indivíduo que comete atos de natureza diabólica acaba se sobressaindo àqueles que jamais o fizeram. Casos anteriores se referem a isso. E assim, a sociedade age rápido em normalizar e recompensar quem comete erros graves, desde que ocupe o lugar social correto, passe nas provas corretas ou tenha tido formação educacional privilegiada.
Embora jovens, havia discernimento. Havia consciência do que era dor, do que era agonia, do que era desespero.
Havia clareza sobre a fragilidade do outro, sobre o abuso da confiança, sobre a pureza violada. Negar isso é infantilizar — e é inaceitável. Para mim, são atos de natureza profundamente perturbadora e que colocam em discussão a complexidade da responsabilização infanto-juvenil.
Talvez não por coincidência, sejam jovens bem-nascidos, filhos de policiais, filhos de empresários, pertencentes à camada privilegiada da sociedade brasileira, que enxergaram ali um cachorro vadio, sem valor, sem dono. Com desigualdade moral confiaram na inequidade jurídica. Pois aqui, quando a violência vem de cima, ela é relativizada, mas quando vem de baixo, é extremamente punida.
O que se exige não é linchamento, nem exclusão eterna. Exige-se algo muito mais básico: tempo, distância e responsabilidade real. A reintegração não pode ser automática, nem baseada em sobrenomes, em falas ou em patrimônio. Ela deve ser conquistada — através de atitudes. Quem comete esse tipo de ato precisa estar marcado para o resto da vida! Só pelo esforço extremo poderiam provar mudança pessoal, para que talvez um dia, a sociedade os veja de outra forma.
A crueldade contra um ser indefeso não é um erro juvenil; é funcionamento primitivo. Atos assim não se apagam com formalidades. Ser firme nesse contexto não é ser desumano; é ser justo. É proteger o que ainda é vulnerável. É recusar a pressa em esquecer.
Não nos cabe afirmar com certeza o que o amanhã reserva. Não sabemos o que uma vida pode vir a fazer, nem qual potencial pode ou não se manifestar ao longo do tempo. A existência é, por natureza, aberta — negar isso seria desonesto. Entretanto, tratar o simples cumprimento de uma pena como absolvição moral automática e reintegração plena é um erro grave. É confundir responsabilidade jurídica com reconstrução ética. É passar a mão na cabeça de quem errou de forma extrema e, muitas vezes, deixar de reconhecer e valorizar aqueles que sempre permaneceram dentro dos limites ou que, ao menos, nunca ultrapassaram certos pontos de não retorno.
A sociedade precisa aprender a diferenciar possibilidade de redenção da pressa em normalizar. A redenção, quando existe, vem pela ação contínua, pela vigilância de si, pelo sacrifício, pela transformação do real, pela obtenção de glória quando possível — e não pelo status, pelo salário ou pela aparência de adequamento.
O futuro pode existir, sim. Mas ele não nasce pronto no dia seguinte ao fim de uma pena. Ele precisa ser construído com tempo, memória e consequência. Integrar sem critério não é generosidade; é negligência moral. Porque, quando a memória falta, o erro deixa de ser individual.

Igor Freitas Elawar.
Dono do Ollie.

“A justiça consiste em tratar de forma desigual os desiguais, na medida de sua desigualdade.”

Caetano Veloso e Maria Bethânia conquistaram o Grammy 2026 na categoria de “Melhor Álbum de Música Global”. A cerimônia, que celebra os grandes talentos da indústria musical, acontece neste domingo (1º).

Os irmãos são os únicos brasileiros na premiação geral e foram indicados pelo álbum “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, fruto da turnê que realizaram pelo Brasil e no exterior.

(📸 Internet)

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Caetano Veloso e Maria Bethânia conquistaram o Grammy 2026 na categoria de “Melhor Álbum de Música Global”. A cerimônia, que celebra os grandes talentos da indústria musical, acontece neste domingo (1º).

Os irmãos são os únicos brasileiros na premiação geral e foram indicados pelo álbum “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, fruto da turnê que realizaram pelo Brasil e no exterior.

(📸 Internet)

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Caetano Veloso e Maria Bethânia conquistaram o Grammy 2026 na categoria de “Melhor Álbum de Música Global”. A cerimônia, que celebra os grandes talentos da indústria musical, acontece neste domingo (1º).

Os irmãos são os únicos brasileiros na premiação geral e foram indicados pelo álbum “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, fruto da turnê que realizaram pelo Brasil e no exterior.

(📸 Internet)

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A Polícia Federal suspendeu as gravações da oitava temporada de "Aeroporto - Área Restrita" em todo o país, alegando incompatibilidade com as normas das Áreas Restritas de Segurança, o que gerou atrito com a Receita Federal. A produtora Moonshot afirma que a Polícia Federal cassou as credenciais da equipe nos aeroportos de Viracopos, Galeão e Pinto Martins, e indeferiu as credenciais em Guarulhos, mesmo tendo concedido autorização anteriormente. A Polícia Federal justificou a proibição com o cumprimento de normas da aviação civil, alegando que as gravações violam regras da ANAC e comprometem a segurança aeroportuária, a intimidade e a presunção de inocência dos cidadãos abordados. A Moonshot contesta, afirmando que a Polícia Federal sempre aprovou as credenciais da produção nas sete temporadas anteriores, sem incidentes. O presidente da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco) atribuiu a proibição a um "ciúme institucional" da Polícia Federal, enquanto esta nega qualquer disputa e alega que a segurança da aviação civil é prioritária.

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Seguimos nas atualizações.

Motivo do Indiciamento: Os três adultos (dois pais e um tio dos jovens) foram indiciados pelo crime de coação no curso do processo. A investigação apontou que eles tentaram intimidar pelo menos uma testemunha para influenciar o resultado do inquérito.

Situação dos Adolescentes: Os quatro jovens continuam sob investigação por maus-tratos com resultado morte. Dois deles, que estavam em viagem aos Estados Unidos, retornaram ao Brasil na última sexta-feira (30 de janeiro) e tiveram seus celulares apreendidos pela Polícia Federal e Civil no aeroporto para perícia.

Novos Desdobramentos: A polícia também investiga o possível envolvimento dos jovens em outros atos infracionais semelhantes. No entanto, em uma atualização de hoje (31 de janeiro), a polícia descartou a ligação deles com uma tentativa recente de afogamento de outro cão, o "Caramelo".

#repost #justiçapororelha

https://videos.jornalfloripa.c....om.br//watch/cRyAH29

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