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Uma estrategista de marca de 28 anos, Isabella Lehnen, herdou dívidas milionárias após ser incluída como sócia de uma empresa ainda criança, o que a levou a usar nomes falsos para se proteger de cobranças. Em Santa Catarina, quase 8 mil empresas têm sócios menores de 18 anos, prática permitida por lei, mas que pode gerar endividamento. Um projeto de lei busca proibir o uso do CPF de menores na abertura de empresas. Outro caso semelhante é o de Rafaella D'avila, que aos 23 anos descobriu R$ 3 milhões em dívidas trabalhistas de uma empresa da qual era sócia desde a adolescência. A legislação atual permite que incapazes sejam sócios, desde que representados por responsáveis legais, mas o Movimento "Criança Sem Dívida" luta por mudanças para evitar o abuso financeiro infantil.

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O cão policial K9 Smith se aposentou após seis anos de serviço em Santa Catarina, tendo participado de mais de 250 operações nos seus dois primeiros anos de carreira. Ele foi o terceiro cão com o maior número de operações em seu núcleo e agora desfruta da aposentadoria com uma nova família. A Polícia Civil de Santa Catarina conta com 23 cães aptos para detecção de armas e drogas, com a Coordenadoria de Operações Policiais com Cães gerenciando 13 núcleos no estado.

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Skate Art une arte, esporte e ação social em exposição em #florianópolis
Onze artistas transformam shapes de skate em obras de arte na mostra coletiva que abre dia 10 de março no Moochacho; parte do valor arrecadado na venda dos trabalhos será destinado às aulas gratuitas promovidas pela Ascop na Capital; o manezinho Pedro Barros doou um shape exclusivo para o projeto



Florianópolis é a capital brasileira com o maior número de skatistas na seleção olímpica de skate, e esse protagonismo inspirou a criação da primeira edição do “Skate Art”, projeto que une arte, esporte e ação social. A mostra vai reunir artistas de diferentes linguagens e trajetórias, que irão apresentar shapes transformados em obras únicas. A abertura acontece no dia 10 de março, no Moochacho, no bairro Trindade, a partir das 19h e a entrada é gratuita.



Com curadoria de Juliano Zanotelli, o projeto nasce com o propósito de promover a cultura urbana, revelar novos talentos e valorizar artistas já reconhecidos nacional e internacionalmente. Para Zanotelli, ao utilizar o shape como suporte artístico, a mostra reforça a relação histórica entre Florianópolis e o skate, ampliando o diálogo entre arte contemporânea, cultura de rua e identidade local.



A inspiração para os artistas criarem as obras da edição 2026 do “Skate Art” foram os 353 anos de Florianópolis, celebrados em 23 de março. Lendas, tradições, cenários, paisagens e belezas naturais estão presentes nas criações. A mostra também integra as comemorações dos 10 anos do Moochacho, primeiro burrito bar do Brasil. “Completamos a primeira década neste ano e receber a exposição, que tem tudo a ver com a nossa essência, reforça que somos um ponto de encontro entre boa gastronomia, arte e cultura”, destaca Anderson Maciel, proprietário do Moochacho.



Participam desta edição os artistas: Dimmer, Gabriela Olivia, Jefsu, João Aguiar, Macaco, Marcelo Camacho, Nadyne Garcia, Roberta Bridi, Rodrigo Levél, Rodrigo Rizo e Wagner Kuroiwa. “Cada um dos artistas convidados traz sua própria linguagem e interpretação para os shapes, criando um conjunto diverso e representativo da cena artística contemporânea”, compartilha o curador.



Arte e ação social

A mostra também busca promover uma ação social, tanto que parte do valor arrecadado com a venda das obras será destinada à Associação dos Skatistas da Costeira do Pirajubaé (Ascop). Criada em 2009, a Ascop é a única entidade regulamentada do esporte em Florianópolis e oferece aulas gratuitas para cerca de 50 crianças e jovens todos os meses.



Para o presidente da associação, Daniel Bob, a parceria com o Skate Art reforça o compromisso do projeto com o desenvolvimento social por meio do esporte, ampliando o acesso ao skate e contribuindo para a formação de novos talentos. Bob destaca que o apoio chega em um momento crucial.



“Até o final de fevereiro a gente estava recebendo um recurso da Lei de Incentivo ao Esporte, que ajudava a pagar os salários dos professores. Mas não conseguimos renovar. Agora, com a exposição, será possível fazer um caixinha para os professores e manter as aulas gratuitas para a comunidade, mesmo sem pagamento, até conseguirmos um novo aporte”, explica.



Durante todo o período da exposição, o Moochacho também será ponto de coleta de materiais, como rodas, shapes e outros equipamentos em bom estado, que possam ser utilizados na manutenção e melhoria dos skates usados pelos alunos.



Shape exclusivo

O medalhista olímpico e manezinho Pedro Barros, atleta convidado na 1ª edição do “Skate Art” e conhecedor do trabalho da Ascop, doou um shape exclusivo para a mostra. A peça foi criada durante a pandemia, em parceria com Harry OG Jumonji, skatista brasileiro lendário e pioneiro do street skate em Nova York nos anos 80/90.



“O shape foi pintado por mim e pelo Harry, nós dois trabalhamos juntos nessa arte. O desenho, o formato e até a escolha das madeiras foram feitos por nós. Construímos tudo na fábrica da Drop Dead. Esse shape não existe no mercado, ele é uma réplica de um modelo muito antigo que eu tinha”, salienta Pedro.



Todo o valor arrecadado com a venda dessa peça exclusiva será destinado integralmente à associação.



A “Skate Art”, realizada pelo Moochacho em parceria com a Ascop e apoio da Paris do Brasil, poderá ser visitada até 11 de abril, de segunda a domingo, das 11h às 23h, no Moochacho localizado na Avenida Desembargador Vítor Lima, 498, próximo à UFSC, no bairro Trindade, em Florianópolis/SC.

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Skate Art une arte, esporte e ação social em exposição em #florianópolis
Onze artistas transformam shapes de skate em obras de arte na mostra coletiva que abre dia 10 de março no Moochacho; parte do valor arrecadado na venda dos trabalhos será destinado às aulas gratuitas promovidas pela Ascop na Capital; o manezinho Pedro Barros doou um shape exclusivo para o projeto



Florianópolis é a capital brasileira com o maior número de skatistas na seleção olímpica de skate, e esse protagonismo inspirou a criação da primeira edição do “Skate Art”, projeto que une arte, esporte e ação social. A mostra vai reunir artistas de diferentes linguagens e trajetórias, que irão apresentar shapes transformados em obras únicas. A abertura acontece no dia 10 de março, no Moochacho, no bairro Trindade, a partir das 19h e a entrada é gratuita.



Com curadoria de Juliano Zanotelli, o projeto nasce com o propósito de promover a cultura urbana, revelar novos talentos e valorizar artistas já reconhecidos nacional e internacionalmente. Para Zanotelli, ao utilizar o shape como suporte artístico, a mostra reforça a relação histórica entre Florianópolis e o skate, ampliando o diálogo entre arte contemporânea, cultura de rua e identidade local.



A inspiração para os artistas criarem as obras da edição 2026 do “Skate Art” foram os 353 anos de Florianópolis, celebrados em 23 de março. Lendas, tradições, cenários, paisagens e belezas naturais estão presentes nas criações. A mostra também integra as comemorações dos 10 anos do Moochacho, primeiro burrito bar do Brasil. “Completamos a primeira década neste ano e receber a exposição, que tem tudo a ver com a nossa essência, reforça que somos um ponto de encontro entre boa gastronomia, arte e cultura”, destaca Anderson Maciel, proprietário do Moochacho.



Participam desta edição os artistas: Dimmer, Gabriela Olivia, Jefsu, João Aguiar, Macaco, Marcelo Camacho, Nadyne Garcia, Roberta Bridi, Rodrigo Levél, Rodrigo Rizo e Wagner Kuroiwa. “Cada um dos artistas convidados traz sua própria linguagem e interpretação para os shapes, criando um conjunto diverso e representativo da cena artística contemporânea”, compartilha o curador.



Arte e ação social

A mostra também busca promover uma ação social, tanto que parte do valor arrecadado com a venda das obras será destinada à Associação dos Skatistas da Costeira do Pirajubaé (Ascop). Criada em 2009, a Ascop é a única entidade regulamentada do esporte em Florianópolis e oferece aulas gratuitas para cerca de 50 crianças e jovens todos os meses.



Para o presidente da associação, Daniel Bob, a parceria com o Skate Art reforça o compromisso do projeto com o desenvolvimento social por meio do esporte, ampliando o acesso ao skate e contribuindo para a formação de novos talentos. Bob destaca que o apoio chega em um momento crucial.



“Até o final de fevereiro a gente estava recebendo um recurso da Lei de Incentivo ao Esporte, que ajudava a pagar os salários dos professores. Mas não conseguimos renovar. Agora, com a exposição, será possível fazer um caixinha para os professores e manter as aulas gratuitas para a comunidade, mesmo sem pagamento, até conseguirmos um novo aporte”, explica.



Durante todo o período da exposição, o Moochacho também será ponto de coleta de materiais, como rodas, shapes e outros equipamentos em bom estado, que possam ser utilizados na manutenção e melhoria dos skates usados pelos alunos.



Shape exclusivo

O medalhista olímpico e manezinho Pedro Barros, atleta convidado na 1ª edição do “Skate Art” e conhecedor do trabalho da Ascop, doou um shape exclusivo para a mostra. A peça foi criada durante a pandemia, em parceria com Harry OG Jumonji, skatista brasileiro lendário e pioneiro do street skate em Nova York nos anos 80/90.



“O shape foi pintado por mim e pelo Harry, nós dois trabalhamos juntos nessa arte. O desenho, o formato e até a escolha das madeiras foram feitos por nós. Construímos tudo na fábrica da Drop Dead. Esse shape não existe no mercado, ele é uma réplica de um modelo muito antigo que eu tinha”, salienta Pedro.



Todo o valor arrecadado com a venda dessa peça exclusiva será destinado integralmente à associação.



A “Skate Art”, realizada pelo Moochacho em parceria com a Ascop e apoio da Paris do Brasil, poderá ser visitada até 11 de abril, de segunda a domingo, das 11h às 23h, no Moochacho localizado na Avenida Desembargador Vítor Lima, 498, próximo à UFSC, no bairro Trindade, em Florianópolis/SC.

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Skate Art une arte, esporte e ação social em exposição em #florianópolis
Onze artistas transformam shapes de skate em obras de arte na mostra coletiva que abre dia 10 de março no Moochacho; parte do valor arrecadado na venda dos trabalhos será destinado às aulas gratuitas promovidas pela Ascop na Capital; o manezinho Pedro Barros doou um shape exclusivo para o projeto



Florianópolis é a capital brasileira com o maior número de skatistas na seleção olímpica de skate, e esse protagonismo inspirou a criação da primeira edição do “Skate Art”, projeto que une arte, esporte e ação social. A mostra vai reunir artistas de diferentes linguagens e trajetórias, que irão apresentar shapes transformados em obras únicas. A abertura acontece no dia 10 de março, no Moochacho, no bairro Trindade, a partir das 19h e a entrada é gratuita.



Com curadoria de Juliano Zanotelli, o projeto nasce com o propósito de promover a cultura urbana, revelar novos talentos e valorizar artistas já reconhecidos nacional e internacionalmente. Para Zanotelli, ao utilizar o shape como suporte artístico, a mostra reforça a relação histórica entre Florianópolis e o skate, ampliando o diálogo entre arte contemporânea, cultura de rua e identidade local.



A inspiração para os artistas criarem as obras da edição 2026 do “Skate Art” foram os 353 anos de Florianópolis, celebrados em 23 de março. Lendas, tradições, cenários, paisagens e belezas naturais estão presentes nas criações. A mostra também integra as comemorações dos 10 anos do Moochacho, primeiro burrito bar do Brasil. “Completamos a primeira década neste ano e receber a exposição, que tem tudo a ver com a nossa essência, reforça que somos um ponto de encontro entre boa gastronomia, arte e cultura”, destaca Anderson Maciel, proprietário do Moochacho.



Participam desta edição os artistas: Dimmer, Gabriela Olivia, Jefsu, João Aguiar, Macaco, Marcelo Camacho, Nadyne Garcia, Roberta Bridi, Rodrigo Levél, Rodrigo Rizo e Wagner Kuroiwa. “Cada um dos artistas convidados traz sua própria linguagem e interpretação para os shapes, criando um conjunto diverso e representativo da cena artística contemporânea”, compartilha o curador.



Arte e ação social

A mostra também busca promover uma ação social, tanto que parte do valor arrecadado com a venda das obras será destinada à Associação dos Skatistas da Costeira do Pirajubaé (Ascop). Criada em 2009, a Ascop é a única entidade regulamentada do esporte em Florianópolis e oferece aulas gratuitas para cerca de 50 crianças e jovens todos os meses.



Para o presidente da associação, Daniel Bob, a parceria com o Skate Art reforça o compromisso do projeto com o desenvolvimento social por meio do esporte, ampliando o acesso ao skate e contribuindo para a formação de novos talentos. Bob destaca que o apoio chega em um momento crucial.



“Até o final de fevereiro a gente estava recebendo um recurso da Lei de Incentivo ao Esporte, que ajudava a pagar os salários dos professores. Mas não conseguimos renovar. Agora, com a exposição, será possível fazer um caixinha para os professores e manter as aulas gratuitas para a comunidade, mesmo sem pagamento, até conseguirmos um novo aporte”, explica.



Durante todo o período da exposição, o Moochacho também será ponto de coleta de materiais, como rodas, shapes e outros equipamentos em bom estado, que possam ser utilizados na manutenção e melhoria dos skates usados pelos alunos.



Shape exclusivo

O medalhista olímpico e manezinho Pedro Barros, atleta convidado na 1ª edição do “Skate Art” e conhecedor do trabalho da Ascop, doou um shape exclusivo para a mostra. A peça foi criada durante a pandemia, em parceria com Harry OG Jumonji, skatista brasileiro lendário e pioneiro do street skate em Nova York nos anos 80/90.



“O shape foi pintado por mim e pelo Harry, nós dois trabalhamos juntos nessa arte. O desenho, o formato e até a escolha das madeiras foram feitos por nós. Construímos tudo na fábrica da Drop Dead. Esse shape não existe no mercado, ele é uma réplica de um modelo muito antigo que eu tinha”, salienta Pedro.



Todo o valor arrecadado com a venda dessa peça exclusiva será destinado integralmente à associação.



A “Skate Art”, realizada pelo Moochacho em parceria com a Ascop e apoio da Paris do Brasil, poderá ser visitada até 11 de abril, de segunda a domingo, das 11h às 23h, no Moochacho localizado na Avenida Desembargador Vítor Lima, 498, próximo à UFSC, no bairro Trindade, em Florianópolis/SC.

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O aluguel disparou e revelou por que comprar virou privilégio

Por Paolla Alves

O aluguel deixou de ser um efeito colateral do mercado imobiliário e passou a funcionar como um dos indicadores mais sensíveis da economia real. Quando ele sobe rápido e de forma persistente, não está apenas refletindo escassez de imóveis ou excesso de procura. Está sinalizando crédito travado, decisões adiadas e um país operando sob pressão financeira. E é exatamente isso que vem acontecendo agora.

Em 2025, os preços dos aluguéis residenciais subiram 9,44% nas cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP. No mesmo período, a inflação oficial medida pelo IPCA encerrou o ano em 4,26%, segundo o IBGE. O descolamento é expressivo e não pode ser tratado como um ajuste pontual. Ele revela uma reorganização silenciosa da economia doméstica brasileira.

A explicação mais comum atribui essa alta exclusivamente à demanda. Mais pessoas alugando, menos pessoas comprando. Essa leitura é confortável, mas incompleta. O que mudou de verdade foi o ambiente de crédito, o comportamento das famílias e a forma como as decisões de moradia passaram a ser adiadas, revistas ou simplesmente suspensas.

Com a taxa básica de juros em patamar elevado ao longo de 2025, o financiamento imobiliário ficou mais caro e mais seletivo. O resultado foi imediato. Famílias que estariam migrando para a casa própria permaneceram na locação por mais tempo. Esse represamento não gera picos isolados. Ele cria uma pressão contínua sobre o aluguel, transformando o que antes era transição em permanência.

Quando o crédito trava, o mercado se reorganiza. O aluguel sobe não apenas porque há mais gente procurando, mas porque há menos gente conseguindo sair dele. Para o inquilino, a locação deixa de ser etapa provisória e vira escolha forçada. Para o proprietário, o aumento do valor anunciado não se traduz, necessariamente, em ganho real. Custos sobem, a rotatividade cresce e a negociação fica mais sensível.

É nesse ponto que o aluguel se revela um termômetro mais fiel da economia do que muitos indicadores tradicionais. Diferentemente da compra, que envolve planejamento de longo prazo, financiamento e decisão patrimonial, o aluguel responde mês a mês ao que as famílias conseguem pagar. Ele captura o aperto antes que ele apareça nos grandes números.

Há ainda uma mudança relevante de comportamento. Mobilidade, flexibilidade e adaptação ao momento de vida ganharam peso nas decisões. Jovens adiam a compra, famílias mudam de cidade por trabalho, casais se reorganizam. O imóvel próprio deixou de ser uma etapa automática. O aluguel passou a ocupar esse espaço como solução funcional, não como exceção.

Esse movimento ajuda a explicar por que a alta não é homogênea. Regiões com oferta restrita, boa infraestrutura e acesso a serviços sentem o impacto antes. Mercados turísticos e cidades com forte migração de profissionais funcionam como laboratórios. O que aparece ali tende a se espalhar, com algum atraso, para os grandes centros.

Do ponto de vista do investidor, a leitura exige cautela. Aluguel mais alto não é sinônimo automático de bom negócio. Confundir aumento nominal com ganho real é um erro recorrente. IPTU, condomínio, vacância, manutenção e impostos seguem corroendo a renda. Em muitos casos, o aluguel sobe porque precisa subir para compensar custos maiores, não porque o investimento ficou mais eficiente.

Por isso, tratar a alta do aluguel como boa notícia isolada é uma armadilha. Ela indica pressão. Indica adiamento de decisões. Indica crédito restrito. Indica um mercado tentando se equilibrar em um cenário mais duro. Quando o aluguel dispara, como agora, vale menos comemorar e mais entender o que está por trás.

O investidor atento não pergunta apenas quanto subiu, mas por que subiu, até quando sobe e o que acontece se o cenário mudar. O morador sente no bolso um movimento que não nasceu da especulação pura, mas de uma engrenagem econômica mais ampla.

No mercado imobiliário, nem sempre o indicador mais barulhento é o mais importante. Hoje, o aluguel fala baixo, mas diz muito. Ele conta a história de um país onde comprar ficou mais difícil, decidir ficou mais caro e adiar virou regra.

Entender esse movimento não resolve o problema do aluguel alto. Mas evita decisões ruins. E, em um ciclo de juros elevados e escolhas mais restritas, evitar erro já é parte essencial da estratégia.



*Paolla Alves é analista de investimentos imobiliários, com mais de 15 anos de atuação no setor. Atua na leitura de ciclo, negociação, estratégia de saída e estruturação de investimentos residenciais e turísticos, com experiência prática em mercados como a Serra Gaúcha e São Paulo. É reconhecida por uma abordagem técnica, orientada por dados e custos reais, e por traduzir decisões complexas do mercado imobiliário em análises claras para investidores e compradores.

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FESAG divulga projetos aprovados no Edital Social 02/2025
Treze iniciativas foram selecionadas e receberão, juntas, R$ 543,8 mil para ações sociais em Florianópolis

A Fundação ESAG (FESAG) divulgou o resultado do Edital Social 02/2025, que vai destinar R$ 543.827,75 para apoiar iniciativas sociais em Florianópolis. Ao todo, 13 projetos foram selecionados e receberão recursos para desenvolver ações voltadas principalmente às áreas de educação, inclusão produtiva e atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O edital faz parte da política de investimento social da Fundação e busca fortalecer organizações que atuam diretamente nas comunidades, ampliando oportunidades e promovendo impacto positivo na cidade.

Entre os projetos aprovados está o “Aprendendo Inteligência Artificial”, do CPDI, que vai oferecer formação prática para 60 pessoas interessadas em aprender a usar ferramentas de IA no dia a dia, no trabalho e nos estudos. Já o Instituto Hope House foi contemplado com o projeto “Moda Criativa”, que promoverá oficinas de moda sustentável e economia criativa para 30 mulheres e jovens, incentivando a capacitação e geração de renda.

Na área educacional, o projeto “Pré-Einstein”, do Einstein Floripa Pré-Vestibulares, vai ampliar as atividades de preparação para o vestibular com mentorias, reforço escolar e apoio socioemocional para 70 estudantes da rede pública.

A qualificação profissional também aparece em outras iniciativas selecionadas, como o “Costura Perifa – Modelagem, Corte e Costura”, do Instituto Cidades Invisíveis, que oferecerá capacitação técnica para 40 mulheres e adultos, e o “Programa Aceleração – Prototipando a Quebrada”, do PAQ, voltado à formação de jovens em programação, design e criação de jogos.

Projetos voltados à inclusão social e educacional também estão entre os contemplados. A APAE receberá apoio para o projeto “Independência Funcional: aprendizagem, psicomotricidade e autonomia para a vida cotidiana”, que ampliará atendimentos para cerca de 400 educandos com deficiência. Já o Círculos de Hospitalidade desenvolverá o projeto “Educação Inclusiva e Intercultural”, com ações educativas voltadas à inclusão socioeconômica de refugiados e migrantes.

Outras iniciativas selecionadas incluem oficinas de robótica e cultura maker para crianças e adolescentes, projetos de educação ambiental, formação para jovens de comunidades vulneráveis e atividades culturais voltadas ao fortalecimento socioemocional.

Confira todos os projetos aprovados no Edital Social 02/2025:

CPDI – Projeto: Aprendendo Inteligência Artificial


Instituto Hope House – Projeto: Moda Criativa


Einstein Floripa Pré-Vestibulares – Projeto: Pré-Einstein


Instituto Cidades Invisíveis – Projeto: Costura Perifa – Modelagem, Corte e Costura


Associação Ações Sociais Amigos Solidários (ASAS) – Projeto: Oficina Maker e Informática – ASAS 2026


Centro Cultural Anastácia (CCA) – Projeto: Rito de Passagem 2026.1


APAE – Projeto: Independência Funcional: aprendizagem, psicomotricidade e autonomia para a vida cotidiana


Fundação Vidal Ramos – Projeto: Guardiões do Futuro – Educação Ambiental para Crianças


Casa Lar Emaús – Projeto: Música na Casa Lar Emaús – Etapa 2


ACAM – Projeto: Mãos que Criam: Reuso, Arte e Sustentabilidade


PAQ – Projeto: Programa Aceleração – Prototipando a Quebrada


Círculos de Hospitalidade – Projeto: Educação Inclusiva e Intercultural


Associação Dunas de Florianópolis (ADUF) – Projeto: Carianos Limpo, Carianos Vivo – Educação Ambiental e Comunitário


Os projetos aprovados refletem a diversidade de demandas sociais da capital e reforçam o compromisso da FESAG em apoiar iniciativas que geram transformação real nas comunidades. Além do investimento financeiro, a Fundação também acompanha a execução das ações, garantindo transparência e impacto social das iniciativas apoiadas.

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Sábado tem Armandinho na Guarda do #embaú! 🎶🌊

A Prefeitura de #palhoça preparou uma operação especial com forças de segurança integradas, pórtico de acesso, câmera 360° e monitoramento com inteligência artificial para garantir organização e tranquilidade.

É verão, é música e é segurança para todos. Nos vemos lá! ☀️🔥 #vivaverão

https://videos.jornalfloripa.c....om.br//watch/q8rxjMx

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Dia da Mulher: Brasil tem 2,6 milhões de empreendedoras jovens e emergentes, releva Serasa Experian

· Estudo da datatech identificou mais de 2,6 milhões de mulheres brasileiras nos perfis empreendedoras emergentes e jovens empreendedoras;

· Levantamento mostra que 47,3% das empreendedoras têm entre 81% e 100% da renda comprometida;

· 84% realizam compras online e 45,1% utilizam o cartão de crédito como principal meio de pagamento;

São Paulo, 05 março de 2026 – No contexto do Dia Internacional da Mulher, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do país, realizou um estudo inédito que traça o perfil das empreendedoras brasileiras. A análise identificou mais de 2,6 milhões de mulheres, das quais 93% atuam como sócias de empresas, indicando um perfil majoritariamente formalizado, com participação societária ativa nos negócios.

A análise foi realizada com base no Insights Hub, plataforma da Datatech que utiliza inteligência de dados para mapear públicos e suas características, como crédito, renda e tendências de consumo. Para traçar esse perfil sobre o empreendedorismo feminino, foi aplicado ainda filtros Mosaic disponíveis na solução, que trazem a segmentação da população em perfis a partir de variáveis comportamentais. O recorte final contempla mulheres classificadas como empreendedoras emergentes e jovens empreendedoras da base econômica, possibilitando uma leitura mais aprofundada dos hábitos e das condições financeiras desse grupo.

“Ao combinar perfil financeiro, consumo e interação digital no Insights Hub, conseguimos indicar não só quem tem maior probabilidade de precisar de crédito, mas também quando e por qual canal essa abordagem tende a funcionar melhor. Para bancos, varejistas e fintechs, isso significa desenhar jornadas e ofertas de crédito mais relevantes, com comunicação no momento certo e condições alinhadas ao perfil, reduzindo desperdício em campanhas e aumentando a conversão com responsabilidade”, afirma Giovana Giroto, CMO e vice-presidente de Marketing Solutions da Serasa Experian.

Renda e comprometimento financeiro

Em relação à renda, 38,4% das mulheres empreendedoras possuem renda até R$ 2 mil mensais, enquanto mais de 11% possuem renda superior a R$ 10 mil. A capacidade financeira mensal de mais da metade do grupo é de até R$ 1 mil, e 47,3% apresentam alto nível de comprometimento da renda, entre 81% e 100%, o que indica uma realidade financeira apertada para uma parcela significativa dessas empreendedoras. Veja abaixo o detalhamento em gráfico:

Consumo, crédito e renda flexível

O estudo mostra ainda que 45,1% das empreendedoras utilizam o cartão de crédito como principal meio de pagamento, enquanto 32,6% apresentam forte afinidade com bancos digitais. Além disso, 84% desse grupo realizam compras online. Outro dado relevante é que quase 64% das apresentam afinidade com o perfil de motorista por aplicativo, o que revela identificação com modelos de renda flexível, gig economy, complementação financeira, além do uso de plataformas que permitem ajustar a dedicação conforme a sazonalidade do negócio.

Perfil Etário
Do ponto de vista etário, mais de um terço (34,3%) das mulheres que empreendem no Brasil tem entre 49 e 65 anos – seguido das faixas entre 39 e 48 anos (27,2%) e 29 e 38 anos (23,5%). Apenas 14,8% desse grupo tem entre 18 e 28 anos, indicando que o empreendedorismo feminino se consolida, sobretudo, com a maturidade, e não como primeira opção de carreira.

Conteúdo gratuito para as PMEs
A Serasa Experian disponibiliza, de forma gratuita, diversos conteúdo para os empreendedores em seu portal de conteúdo.

Nele, as PMEs têm acesso a artigos, ebooks e trilhas de conhecimento relacionadas ao universo do empreendedorismo, de forma simples e aprofundada. Entre os conteúdos disponíveis estão o ebook de Reforma Tributária elaborada pela datatech, a calculadora de horas trabalhadas e análises econômicas voltadas para esse público.
Sobre a ferramenta Insights Hub e o Mosaic
A área de Marketing Solutions da Serasa Experian dispõe de soluções proprietárias que ajudam empresas a compreender perfis de consumo e tomar decisões estratégicas de forma segura e assertiva. O Insights Hub é a plataforma que combina, em um só lugar, dados demográficos, socioeconômicos, comportamentais e financeiros de Pessoas Físicas e Jurídicas, além de geolocalização e sinais de fraude, oferecendo diversas combinações de filtros que permitem análises profundas sobre tendências de mercado com foco em ética e segurança da informação.

A plataforma reúne filtros do Mosaic, solução exclusiva da Serasa Experian que classifica pessoas e empresas em perfis comparáveis, oferecendo um retrato preciso do estágio de vida de indivíduos e negócios.

Você também lê esta notícia no site:

https://www.serasaexperian.com.....br/sala-de-imprensa

Serasa Experian
A Serasa Experian é a primeira e a maior Datatech do Brasil. Líder em soluções de inteligência para análise de riscos e oportunidades, com foco nas jornadas de crédito, autenticação e prevenção à fraude. Com tecnologia de ponta, inovação e os melhores talentos, transforma a incerteza do risco na melhor decisão, ajudando pessoas a realizarem seus sonhos e empresas de todos os portes e segmentos a prosperarem.

Criada em 1968, a Serasa passou a fazer parte da Experian Company em 2007, empresa global com matriz em Londres. Atualmente, é responsável por mais de 6,5 milhões de consultas diárias sobre empresas e consumidores e protege mais de 2,2 bilhões de transações comerciais todos os anos.

Empodera consumidores com educação financeira, facilitando o acesso a crédito justo. Ajuda empresas de todos os portes e segmentos a tomar melhores decisões, em diversas frentes para: encontrar novos clientes, gerenciar os atuais com mais eficiência, conceder crédito ou vender a prazo com segurança, cumprir normas ESG, autenticar seus clientes e prevenir fraude e, ainda, cobrá-los no momento ideal, sem impactar o relacionamento.

Com o propósito de criar um futuro melhor para todos ampliando oportunidades para pessoas e empresas, capacita pessoas na área de tecnologia e impulsiona pequenos negócios e startups de impacto social por meio de programas próprios e gratuitos. É reconhecida pela Top Employers Institute e pelo GPTW como uma das melhores empresas para trabalhar. Também é a empresa de serviços mais inovadora do país, certificada pelo Prêmio Valor Inovação Brasil.

Experian
A Experian é uma datatech global que impulsiona oportunidades para pessoas e empresas em todo o mundo. A companhia atua na redefinição das práticas de crédito, na identificação e prevenção de fraudes, na simplificação da área da saúde e no desenvolvimento de soluções de marketing digital, além de gerar insights aprofundados para o mercado automotivo por meio da combinação única de dados, analytics e software. Também apoia milhões de pessoas na conquista de seus objetivos financeiros, ajudando-as a economizar tempo e dinheiro.

A empresa opera em diversos mercados, como serviços financeiros, saúde, automotivo, agronegócio e seguros, entre outros, e investe continuamente em profissionais talentosos e em tecnologias avançadas para liberar o poder dos dados e impulsionar a inovação.

Com sede corporativa em Dublin, na Irlanda, a Experian plc integra o índice FTSE 100 e está listada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN). A companhia conta com cerca de 25.200 colaboradores em 33 países. Para mais informações, acesse experianplc.com.

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Engenharia por trás do espetáculo: como a Maratona Cultural de #florianópolis mobiliza tecnologia, segurança e planejamento técnico
Muito além dos palcos, evento ativa profissionais da engenharia e reforça a importância da responsabilidade técnica em grandes produções culturais
Quando o público chega aos palcos da Maratona Cultural de Florianópolis 2026, o que se vê é arte, música, teatro e celebração. O que nem sempre aparece, mas é essencial, é a engrenagem técnica que sustenta cada estrutura, iluminação, palco, instalação elétrica e plano de segurança.

Grandes eventos urbanos exigem um planejamento de engenharia complexo que envolve cálculos estruturais, dimensionamento de cargas, projetos elétricos, sonorização, acessibilidade, prevenção de incêndios e rotas de evacuação. Em uma cidade com múltiplos espaços abertos e fechados, como Florianópolis, a atuação técnica se torna ainda mais estratégica.

Para cada palco montado, há estudos de resistência de materiais, análise de solo, adequação às normas de segurança e emissão de Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A engenharia garante que estruturas temporárias suportem equipamentos e artistas, mas também condições climáticas variáveis e grandes fluxos de público.

Além da segurança estrutural, o evento também mobiliza engenheiros eletricistas, civis, de produção e de segurança do trabalho, que atuam desde a fase de concepção até a desmontagem. A cadeia técnica envolve ainda empresas especializadas em montagem, climatização, sistemas de som e de iluminação de grande porte.

A presença de profissionais habilitados e registrados assegura que o espetáculo ocorra dentro dos parâmetros legais e técnicos, reforçando a cultura da responsabilidade: “Quando falamos em um festival que ocupa diferentes espaços da cidade e recebe milhares de pessoas, existe um trabalho técnico muito grande por trás. A engenharia está presente desde o planejamento das estruturas até a segurança de quem participa. É um trabalho cuidadoso que garante que a cultura possa ocupar a cidade com responsabilidade”, afirma Paula Borges, presidente do Instituto Maratona Cultural.

Para o setor da engenharia, eventos como a Maratona Cultural de Florianópolis representam a geração de demanda e também uma vitrine para inovação. Soluções modulares, estruturas mais leves e resistentes, tecnologias de eficiência energética e sistemas inteligentes de monitoramento fazem parte do novo padrão técnico exigido pelas produções contemporâneas.

“Eventos de grande porte demandam planejamento, responsabilidade técnica e a atuação de profissionais legalmente habilitados em todas as etapas. Valorizar as profissões da engenharia é reconhecer sua contribuição para a segurança das pessoas, para o cumprimento das normas e para a qualidade das estruturas e serviços. A presença de responsáveis técnicos é indispensável para resguardar quem participa e quem trabalha, assegurando que cada espetáculo aconteça com organização e segurança”, destaca o presidente do CREA-SC, Eng. Kita Xavier.

Em um evento do porte da Maratona Cultural, nada é improviso. Antes da primeira nota soar no palco, já houve cálculo, vistoria, projeto aprovado e responsabilidade técnica assinada.

A arte ocupa o centro da cena, mas é a engenharia que garante que tudo fique de pé, literalmente. Em uma capital que recebe milhares de pessoas nas ruas e equipamentos culturais ao longo do ano, a segurança não é um detalhe: é uma condição básica para que o espetáculo aconteça.

A 12ª Maratona Cultural de Florianópolis é uma realização do Instituto Maratona Cultural, Ministério da Cultura e do Governo Federal. O evento é viabilizado por meio da Lei Rouanet e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Conta com patrocínio de Mercado Livre, Petrobras, Aurora Coop, Teltec Solutions, Sicoob e da Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes. Apoio da Fundação Catarinense da Cultura e Governo do Estado de Santa Catarina. Apoio Cultural IBAGY, WKoerich, Cassol Centerlar, Iber Músicas, CDL Florianópolis e Koerich.


Serviço | Maratona Cultural de Florianópolis 2026
O quê: 12ª Maratona Cultural de Florianópolis
Quando: 20 a 23 de março de 2026

Onde: 107 endereços de Floripa

Ingressos gratuitos.

Shows na Arena Floripa: retirada no site pensanoevento.com.br/maratonacultural - 1 por CPF

Crianças até 7 anos: entrada gratuita na Arena Floripa sem necessidade de ingresso

Área PCD (Arena Floripa): ingressos gratuitos, sujeitos à lotação

Camarote Arena Floripa: vendas em pensanoevento.com.br/maratonacultural

Teatros e espaços fechados: retirada gratuita e presencial na bilheteria.

Teatro Ademir Rosa (CIC): 2h antes do início de cada espetáculo

Demais teatros e espaços: 1h antes do início de cada espetáculo

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