Santa Catarina monitora casos suspeitos de Mpox e autoridades reforçam orientações de prevenção

Santa Catarina registrou seis casos suspeitos de Mpox em 2026, conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina. As notificações seguem a tendência nacional de aumento nos primeiros meses do ano e acendem alerta para o monitoramento da doença no Estado.

De acordo com o órgão estadual, todos os casos suspeitos foram registrados na região da Grande Florianópolis, distribuídos em quatro municípios. A secretaria reforça que existe vigilância ativa e um Plano de Contingência específico para a doença.

“Existe uma vigilância estabelecida e um Plano de Contingência para a Mpox no Estado. Assim, a doença segue em monitoramento para possíveis casos importados e mudança no perfil da doença”, informou a pasta em nota.

No Brasil, mais de 80 casos confirmados já foram registrados neste ano, com maior concentração no estado de São Paulo.

Como ocorre a transmissão

A Mpox é transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis. Também pode ocorrer transmissão entre pessoas por contato físico próximo e prolongado, além de gotículas respiratórias — embora essa última forma seja considerada menos comum.

A transmissão deixa de ocorrer quando as crostas das lesões desaparecem completamente.

Sintomas da doença

O período de incubação varia entre cinco e 21 dias, com média de seis a 13 dias. Entre os principais sintomas estão:

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores musculares e nas costas

  • Cansaço

  • Inchaço dos gânglios linfáticos

  • Erupções cutâneas na pele

As lesões costumam começar no rosto e podem se espalhar para outras partes do corpo, incluindo mãos, pés, região genital e mucosas.

Orientações das autoridades de saúde

As autoridades recomendam procurar atendimento médico imediato em caso de surgimento repentino de lesões na pele ou mucosas. Também é importante:

  • Evitar contato físico próximo com pessoas com lesões suspeitas;

  • Reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel;

  • Seguir isolamento e orientações médicas em caso de suspeita ou confirmação da doença.

A Secretaria de Estado da Saúde reforça que o acompanhamento epidemiológico segue ativo em Santa Catarina para evitar a disseminação do vírus.

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